quarta-feira, 12 de abril de 2017

Vida /Novelas

Mas tu achas que eu levo a vida tipo novela mexicana, que é só choramingar e beijar?!"

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Coordenador Executivo da AJS, diz que o Director do Jornal de Angola foi Abusado e Controverso nas Suas Afirmações



Minha reação ao editorial do Director do Jornal de Angola, José Ribeiro, com o título Mensagem de harmonia expressa em dia de Natal”, datado em 25 de Dezembro de 2016.

 

Percebo a grande dificuldade que muitos angolanos, entre governantes e gestores públicos têm em diferenciarem a sua casa(lar) da nação(país, pátria), por isso ser constantes e recorrentes os episódios em que os bens públicos são maltratados e muitas vezes usado contra os próprios angolanos, assim como o Senhor Director José Ribeiro o fez nesse seu editorial do “Jornal de Angola”, propriedade de todos os angolanos, naturais ou com naturalidades adquiridas.

 

A forma abusada e controversa como faz o uso da palavra “harmonia” constitui uma demonstração clara em como não respeita os angolanos. No seu discurso, Senhor Director, sente-se uma desarmonia tão grande e completamente contrária ao que nós(alguns) angolanos temos vindo a conservar: a paz, a identidade, a dignidade e a fraternidade. Omitir ou negar a nacionalidade de seu irmão angolano, no caso Luaty Beirão, pelo facto de encontrarem-se em desacordos na forma como cada um aprecia o país e a sua respectiva gestão, não é seu direito. Pior ainda, o senhor o faz num meio público e estatal a que aquele seu irmão goza dos mesmos direitos que o Senhor, enquanto angolanos.

Relembrar incidentes trágicos, conflituosos que afectaram vários angolanos e cujos tratamentos e formas de resolução não representaram consensos, de modo algum deva servir de prenda para os angolanos em um dia suposto ser da família.

Acha que tem mantido a paz em Angola com essa sua tendência discriminatória?

Sugiro-lhe, caro Director que nas próximas vezes que quiser emitir sua opnião contra o povo angolano, não use mais o dinheiro do Estado angolano.

2016 está a ser um ano de grandes dificuldades económicas e financeiras. Houve sucessivos atrasos salariais, o décimo terceiro foi fatiado em cinco parcelas(pelo menos aos funcionários públicos e estatais), o desemprego aumentou significativamente entre os jovens e não só, inúmeros angolanos e angolanas cancelaram os seus estudos, as doenças ceifaram vidas de muitos angolanos. Portanto, os angolanos, alguns, talvés como o senhor Director, precisamos de palavras consoladoras que transmitam esperança e segurança em dias melhores. Precisamos de mentes dispostas em pensar o crescimento e o desenvolvimento dessa imensa Angola e não de mentes rancorosas.

Finalmente, Senhor Director do Jornal de Angola, Jornal Público e Estatal, José Ribeiro ainda vai a tempo de retratar o seu editorial, simplesmente seria a demonstração de que se importa, zela e respeita o povo angolano.

 

Angola – Dezembro 2016

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

AJS REALIZA 2ª CONFERÊNCIA PROVINCIAL DA JUVENTUDE/ BENGUELA



CONFERÊNCIA PROVINCIAL DA JUVENTUDE
LEMA “JUVENTUDE & INCLUSÃO SOCIAL”
A AJS realizará a 2ª conferência provincial da juventude, a ter lugar na  sexta-feira, dia  16 e Dezembro de 2016, no Anfiteatro do Instituto Superior Politécnico Lusíadas de Benguela no Lobito, contando com os seguintes objectivos: Privilegiar a análise do grau de satisfação da juventude em Benguela, quanto à implementação das Políticas e Projectos públicos juvenis subjacentes ao Plano Nacional de Desenvolvimento.
Reforçar o engajamento dos jovens nas plataformas de planificação e tomada de decisão nos diferentes níveis (CACS e fórum de CNJA).
A realização da conferência provincial da juventude é uma reflexão em torno do estado democrático e de direito e o compromisso com a juventude, pelo que estão convidados ao certame autoridades governamentais e membros de relevo da sociedade civil local, viabilizando um maior comprometimento com a inserção social do jovem e sua activa participação na vida pública; No fórum serão publicados os resultados de pesquisa efectuada com o mesmo escopo. Serão também debatidas as principais recomendações e revelações das acções que o projecto levou acabo.

domingo, 11 de setembro de 2016

"Não há Vagas"


O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema. ...
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
- porque o poema, senhores,
está fechado:
"não há vagas"
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira
Ferreira Gullar, in 'Antologia Poética'

terça-feira, 21 de junho de 2016

Segredo da Mente Milionária



Se as suas finanças andam na corda bamba, talvez esteja na hora de você refletir sobre o que T. Harv Eker chama de "o seu modelo de dinheiro" – um conjunto de crenças que cada um de nós alimenta desde a infância e que molda o nosso destino financeiro, quase sempre nos levando para uma situação difícil.
Neste livro, Eker mostra como substituir uma mentalidade destrutiva – que você talvez nem perceba que tem – pelos "arquivos de riqueza", 17 modos de pensar e agir que distinguem os ricos das demais pessoas. Alguns desses princípios fundamentais são:
· Ou você controla o seu dinheiro ou ele controlará você.
· O hábito de administrar as finanças é mais importante do que a quantidade de dinheiro que você tem.
· A sua motivação para enriquecer é crucial: se ela possui uma raiz negativa, como o medo, a raiva ou a necessidade de provar algo a si mesmo, o dinheiro nunca lhe trará felicidade.
· O segredo do sucesso não é tentar evitar os problemas nem se livrar deles, mas crescer pessoalmente para se tornar maior do que qualquer adversidade.
· Os gastos excessivos têm pouco a ver com o que você está comprando e tudo a ver com a falta de satisfação na sua vida.
O autor também ensina um método eficiente de administrar o dinheiro. Você aprenderá a estabelecer sua remuneração pelos resultados que apresenta e não pelas horas que trabalha. Além disso, saberá como aumentar o seu patrimônio líquido – a verdadeira medida da riqueza.
A Idéia é fazer o seu dinheiro trabalhar para você tanto quanto você trabalha para ele. Para isso, é necessário poupar e investir em vez de gastar. "Enriquecer não diz respeito somente a ficar rico em termos financeiros", diz Eker. "É mais do que isso: trata-se da pessoa que você se torna para alcançar esse objetivo."
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"T. Harv Eker desmistifica o motivo pelo qual algumas pessoas estão destinadas à riqueza e outras a uma vida de dureza. Se você quer conhecer as causas fundamentais do sucesso, leia este livro. " – Robert G. Allen, autor de O milionário em um minuto
"Há anos eu acompanho e admiro o trabalho de Harv Eker. Recomendo este livro a todas as pessoas que querem aumentar a sua riqueza financeira, mental e emocional." – Jack Canfield, co-autor da série Histórias para aquecer o coração
Quem nunca se perguntou por que algumas pessoas precisam suar a camisa para ganhar dinheiro, enquanto alguns felizardos parecem enriquecer facilmente. Segundo T. Harv Eker, isso não ocorre por causa de diferenças de educação, de inteligência, de talento, de oportunidades, de métodos de trabalho, de contatos, de sorte nem, muito menos, como resultado da escolha de empregos, negócios ou investimentos.
A resposta, segundo o autor, está no modelo pessoal de dinheiro que todos nós trazemos gravado no subconsciente. Para ele, mesmo quando uma pessoa domina a área em que atua profissionalmente, se o seu modelo de dinheiro não estiver programado para um alto nível de sucesso, ela jamais enriquecerá – e, se isso acontecer, é possível que logo perca tudo o que conquistou.
Felizmente, ninguém é obrigado a amargar as conseqüências dessa programação mental negativa por toda a vida. Neste livro, Eker apresenta os princípios da mente milionária, os mesmos que ensina nos seus seminários e cursos, mostrando que podemos nos recondicionar, em termos de pensamentos e ações, para atingir o sucesso de um modo tão natural quanto as pessoas ricas.
Na parte 1, aprendemos de que forma as influências recebidas na infância moldam o nosso destino financeiro e passamos a entender também por que as brigas em torno de dinheiro são tão comuns entre os casais. Combinando o saber adquirido na prática com uma linguagem bem-humorada, Eker nos orienta a identificar as crenças prejudiciais e a transformá-las para que tenhamos mais chances de ser bem-sucedidos, conservar o dinheiro, fazê-lo crescer continuamente e melhorar os nossos relacionamentos.
Na parte 2, o autor relaciona 17 "arquivos de riqueza", que expõem a exata diferença entre o modo de pensar e agir das pessoas ricas e o daquelas que têm uma mentalidade pobre ou uma visão de classe média. Cada um desses arquivos contém sugestões de ação prática que podem nos ajudar a aumentar substancialmente os nossos rendimentos e, quem sabe, até a enriquecer.

quarta-feira, 16 de março de 2016

11 de Março é somente uma memória inevitável!



A 11 de março de 2016, deocrria o jogo entre o Chelsea de Inglaterra e Paris Santi-Germain (PSG) de França, referente à passagem aos quartos de final da Liga dos clubes campões da Europa. É Quarta-Feira, 20:45, começa a bem esperada partida de futebeol entre gigantes da Europa. De repente entre o sétimo e oitavo, um silêncio visual toma conta televesivão, resta-nos tão somente o ruído como anúncio um da queda do sinal da rede televisiva multichoice. Ao ruído televisivo, se junta à agressividade do som da ventania cuja direcção não consigo precisar. Minutos seguintes, abrem-se as comportas e uma chuva torrencial toma conta da cidade do Lobito. Não diferentes dos outros dias, se segue um blackout. Estamos às escuras e a chuva continua a cair sem trégua alguma.
Ao meio da chuva, uma corrente de água já mais vista vinda do Akongo toma conta da parte fronatal do Estádio do Buraco. Na verdade não era somente uma corrente de águas, pois a mesma corrente carregava consigo várias viaturas entre ligeiras e pesadas, móveis, gritos de pessoas clamando por socorro, era de facto um cenário aterrorizador.
Marcava-se o incidente catastrófico e singular para os municípios do Lobito e Catumbela, afectando muito profundamente os bairros da Liro, Boa Vista, Alto Esperança, Akongo e o Vikundu.
Restabece-se o sinal televisivo e, coincidindo com o começo da segunda parte da partida. Tinha cessado a chuva e começava a contagem com arespectiva identificação dos corpos. A Rotunda do Kassequel(Kero) foi o lugar onde os corpos estavam expostos. Ainda haviam viaturas submersas nas águas que ficaram intactas no troço Catumbela – Caponte da estrada nº 100, até depois da 1H00 da manha, momento em que o caudal terá começado a baixar.
Pelo menos as notícias oficiais apontaram para 71 mortos, entre eles, acima de 40% era criança.
Várias casas devastadas, e os escombros passaram desde aquele momento a fazer parte do figurino de bairros afectados.
Hoje, assinala-se o primeiro 11 de Março desde aquele trágico acontecimento que ficará, com certeza, na memória de muitos lobitnagas.
Para desfarsar o tráuma, pelo menos no Akongo, os moradores tratam com muita sátira aquela chuva de “Ndunde”, mas é só o céu escurecer e deixar claro os indícios da chuva para o pânico se instalar entre os moradores.
É somente uma memória inevitável!

quarta-feira, 2 de março de 2016

Brevemente Benguela acolhe o lançamento do Livro “Nós e a Nossa Terra” Mitos e percepções sobre a relação com a terra.



Paulo Filipe um escritor Angolano, autor do Livro intitulado “Nós e a Nossa Terra”, Mitos e percepções sobre a relação com a terra, que entre outras ocupações, tem desenvolvido actividades no sector da sociedade civil, em defesa dos direitos humanos, especialmente o direito a terra.
O livro  “Nós e a Nossa Terra” fala sobre a voz da comunidade de pequenos produtores a voz que implica a origem dos mitos e esclarece noções e percepções sobre a temática de terra; A voz que nos lembra a divida que temos para com a nossa propiá história de terras e a necessidade de conduzirmos a reformas equitativas, há muito devidas. Não é um relatório de pesquisa, mas antes o produto da experiência do actor em conduzir pesquisa sobre o acesso, uso e posse de terra e os modos de vida rurais. É um contributo para um melhor entendimento da questão da terra na perspectiva de quem a trabalha, as vozes encoadas do campo.
Paulo Filipe é graduado em Agricultura e Recursos Naturais no Zimbabwe, formado em Politicas Económicas para o Desenvolvimento nos Estados Unidos e Estatística Aplicada na África do Sul, mas é a pesquisa em segurança Alimentar e Nutricional que compões o seu DNA profissional. Aprendeu ao longo da sua vida a pensar como agricultor, mas a agir como nutricionista e está convicto que estes são os pilares para que Angola atinja qualquer um dos seus objectivos estratégicos.