sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Tempo não requer tempo

Sento-me no sofá e ouço o contar do relógio
Fico aqui a consumir tempo sem percebê-lo
Esse tempo que versejo, com privilégio
Não faço perguntas. P’ra não desperdiçá-lo.

Parar o tempo não será minha vontade
Farei dele infinito por viver momentos
Grandiosos serão até à minha tenra idade
Nessa sentirei tempo a correr entre os dedos.

Morro com momentos que não desperdicei
Já mais esquecerei aqueles com os amigos
Sem intenção. Lágrimas no rosto os deixei
Pois minutos ficam p’ra serem consumidos.

Joel Fonseca Reis (08.Abril.2011)

3 comentários:

Radio disse...

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Duh Franzen disse...

'O tempo...quem consegue conta-lo?
Ele escorre por entre os nossos dedos.'
Bjos

Fatima disse...

Que lindo meu amigo!
Bjs.